quarta-feira, 18 de julho de 2007

QUAL É O LIMITE DA DOR????

Que atire o primeiro tênis aquele atleta que nunca sentiu dor. E vamos combinar, para nós amantes da corrida a dor vive nos acompanhando em diversas formas: dor nas pernas, no joelho (ah.. no joelho), dor na sola do pé, no dedão...vixe...dor, dor, companheira nossa de cada corrida.
O pior é que às vezes passo o treino todinho sem dor nenhuma e só chegar perto de uma prova, para que a dor chegue, rasgando, provando que quando ela pode, muitas evzes consegue ser mais forte do que nós pensamos.
Mas verdade seja dita, não dá pra treinar, participar de uma prova forte, almejando bons resultados sem sentir ao menos uma dorzinha. é claro que temos que ficar atentos, até porque, se a dor aparece, muitas vezes é porque estamos fazendo algo errado, treinando forte demais, corrrendo o risco do famoso OVERTRAINNING.
Uma vez, conversando com o marido de de uma amiga minha, que corre também, ele disse uma frase que realmente ficou na minha cabeça: "Quem corre, precisa se acostumar a sentir dor". E até por uma razão óbvia: nosso corpo precisa ser forte, aguentar cargas pesadas, percursos muitas vezes exaustivos. Quando treinamos beirando a dor, muitas vezes é essa dor que fará a diferença no desepnho final do atleta durante uma prova. Aquela respiração ofegante, aquela passada larga que fizemos nos treinos querendo morrer.
Mas a pergunta é: o quE fazer quando chega a dor????
Fingir que ela não está ali, não é melhor caminho. Aceitá-la passivamente, também não. Se aquela dorzinha chata começar a te incomodar logo que você começa a correr, o jeito é pegar leve, não desafiá-la e tentar medir forças com ela, até porque somente depois do corpo aquecido e que podemos ver se ela contnua ou não nos chateando.
Agora quando já estamos aquecidos, treinando a alguns minutos e a dor for aparecendo, ou até mesmo no finald o treino, também é melhor diminuir o ritmo. Diminuir o ritmo, não significa parar. Mentalize coisas boas, respire fundo, conserte a postura, abra a passada, veja a posição dos braços, das pernas, dos pés, do peito, converse com si mesmo e até com a dor, se possível.
Eu mesma durante os treinos não costumo muito conversar com a dor, mas no meio de uma prova em que as pernas não estão mais suportando, ou aparece uma dorzinha na lateral, converso sim. Digo a ela: "Não é pssível, vc não apareceu durante os treinos, porque logo agora aparece? se eu consegui correr a mesma distãncia nos treinos, consigo correr hoje. Não vou desistir, não vou". E não desisto.
Suportar a dor é praticamente uma obrigação e por isso temos que emprovisar na hora de sentí-la.
Todavia, não vá achar que é Super-Homem e mesmo morrendo de dor continuar correndo. Também não é assim. Saber o momento certo em que o corpo prcisar parar é muito importante. Segundo Daniela Scramm Szenészi, psicóloga fromada pela Federal de Santa catarina, com Mestrado também pela UFSC, "a dor é um sinal e deve ser acima de tudo respeitada. Se ela só aparece depois que o corpo esfria, vá descansar. se ela persistir, procure um médico que trate a sua dor. isso também é usar a cabeça. Não dá pra saber qual é o limite da dor sempre, preste atenção nela, suportá-la é parte do treinamento, ams se ela persistir, já sabe, procure ajuda médica e vá tratá-la". FOI A DICA.

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Um comentário:

Flaviane disse...

Olá! Legal seu blog! Esse negócio de dor é complicado. Eu tenho problema em distinguir as minhas dores de algo sério ou passageiro e pra piorar tenho a mania de ignorar as dores, e fazendo isso já fui premiada com umas lesões que me deixaram de molho por uns meses... Mas acho que eu tô aprendendo. bjo